poema do cume
Faz tempo que não coloco nada construtivo neste blog. Eu poderia dizer que é por falta de tempo, mas prefiro ser sincero e dizer na lata que é preguiça.
Gostaria de dizer também que o Speedy está uma droga. O engraçado é que quando você compra o serviço ninguém te fala que você precisa de um splitter, que a fiação que vai até o ponto de acesso precisa ser feita com fios de cobre e por aí vai. A melhor parte é você ficar com um acesso meia-boca só porque ninguém sabe resolver o problema.
Tirando isso, ando muito bem obrigado. Trabalhando, malhando, vendo meus animes, jogando devil my cry 3, namorando, passeando...e ando, ando, ando.
Bom, mas indo ao que interessa, o conteúdo intectual deste blog, estou postando aqui uma homenagem ao pessoal que gosta de escalar, que gosta sempre de atingir o ponto mais alto das coisas, o cume. Conheço esse poema faz muitos anos, devo ter ouvido isso com uns 9 ou 10 anos.
No cume daquele morro
Plantei uma roseira
O vento que no cume bate
A rosa que no cume cheira
Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Lagartas no cume entram
Borboletas no cume saem
Quando passa a chuva grossa
No cume volta a alegria
Pois de novo volta a reinar
O sol que no cume ardia
O autor é desconhecido. Deve ser porque se tivesse se identificado acho que seria morto por alguma pessoa que gosta de ficar escalando as formações verticais, sem elas naturais ou não.
Depois de ler isso acredito que pimenta no cume dos outros é refresco.
Tirando isso, ando muito bem obrigado. Trabalhando, malhando, vendo meus animes, jogando devil my cry 3, namorando, passeando...e ando, ando, ando.
Bom, mas indo ao que interessa, o conteúdo intectual deste blog, estou postando aqui uma homenagem ao pessoal que gosta de escalar, que gosta sempre de atingir o ponto mais alto das coisas, o cume. Conheço esse poema faz muitos anos, devo ter ouvido isso com uns 9 ou 10 anos.
No cume daquele morro
Plantei uma roseira
O vento que no cume bate
A rosa que no cume cheira
Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Lagartas no cume entram
Borboletas no cume saem
Quando passa a chuva grossa
No cume volta a alegria
Pois de novo volta a reinar
O sol que no cume ardia
O autor é desconhecido. Deve ser porque se tivesse se identificado acho que seria morto por alguma pessoa que gosta de ficar escalando as formações verticais, sem elas naturais ou não.
Depois de ler isso acredito que pimenta no cume dos outros é refresco.
Filosófico...
Só para avisar, muda o link do meu "brog" ai.. rs.. http://fmorandin.wordpress.com
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